Notícia

  • 20/09
  • 2018

Maré de incertezas predomina sobre o mercado financeiro em agosto

O ambiente de aversão ao risco e a forte volatilidade dos ativos predominou nos resultados de agosto, tanto do ponto de vista internacional como local. As incertezas domésticas, em função das eleições presidenciais em outubro e o cenário internacional ainda turbulento pela “guerra comercial” travada por grandes economias fizeram com que os ativos domésticos apresentassem forte oscilações nos mercados de renda fixa e renda variável.

O pior desempenho no mês foi o da bolsa que caiu 3,21%, decorrente das incertezas geradas pela vulnerabilidade de algumas economias emergentes, como da Turquia e da Argentina, e a reduzida visibilidade do processo eleitoral no Brasil. Tanto as incertezas externas, como domésticas inibem uma recuperação duradoura do mercado de ações em relação aos baixos níveis registrados em maio e junho. Analistas do mercado financeiro esperam que as oscilações bruscas persistam nos próximos meses, pelo menos até que a corrida eleitoral ganhe contornos mais definidos.

Toda essa onda de pessimismo tem causado forte impacto nos resultados obtidos pelos fundos de pensão ao longo de 2018. A renda fixa da Fasern, mesmo diante de todo esse cenário adverso, encerrou agosto com desempenho positivo de 0,13% e, a renda variável em queda de 3,56%.

A rentabilidade auferida pelos Perfis de Investimentos da Fasern em agosto foi de -0,15% para o Conservador, -0,43% para o Moderado, -0,76% para o Moderado Plus, -1,06% para o Agressivo e, -1,67% para o Agressivo Plus. A diferença de um perfil mais conservador para um mais agressivo se dá pelo grau de concentração de investimentos no segmento de renda fixa e no de renda variável. Os mais conservadores podem ter alocado até 100% em renda fixa e entre 10% a 30% em renda variável, os mais agressivos, até 80% em renda fixa e entre 40% a 60% em renda variável. O grande responsável pelos resultados auferidos nos Perfis de Investimentos da Fasern no mês de agosto foi o segmento de renda variável, com destaque para os perfis mais agressivos que possuem um percentual maior nesse segmento.

Em suma, a permanência das incertezas futuras em relação, tanto ao cenário internacional, quanto ao local, demandam postura cautelosa com os ativos de renda fixa e renda variável, visto que a forte volatilidade histórica que predominou nesses segmentos reforça a ideia de que “rentabilidade passada não garante rentabilidade futura”.

 

Área de Investimentos da Fasern


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